Baixar Livro Quando Eu Te Beijar – Ward Vol 02 – Lucy Vargas PDF MOBI LER ONLINE

Romance

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A cada dia o fim fica mais próximo e eles sabem que essa é sua última chance. Sean quer Beatrice de volta a qualquer custo, mas vai descobrir que seu amor e seus erros não são nada contra o perigo que nunca deixou sua vida.
E se ele não pode protegê-la… não pode mais tê-la.
No final, todos os segredos e barreiras vão desmoronar junto com sua chance de consertar tudo que fizeram em quatro anos de mentiras e fingimentos.
O tempo está acabando e os escândalos aumentando. Agora é tudo ou nada. Mas será que vale arriscar tanto para terminarem juntos?
Prepare-se para o fim da trilogia dos Ward. Eles voltam mais errados, sensuais e perigosos do que nunca.

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Opinião do Livro Quando Eu Te Beijar – Ward Vol 02 – Lucy Vargase do autor Baixar PDF MOBI LER ONLINE PDF MOBI LER ONLINE

Quando Eu Te Encontrar ( Prequel)

Quando Eu Olhar Para Você (Livro 1)

Quando Eu Te Beijar* (Livros 2) – *Psicológico ainda não restaurado

E no mundo de tantos mais do mesmo…

… Lucy Vargas, chega para quebrar a minha opinião.

Essa é a primeira vez em que me atrevo a resenhar um livro. Na realidade não apenas o

livro, mas como me senti lendo a trilogia sobre Sean Ward.

Para quem acompanha as minhas postagens, incluindo as ameaças contra a autora, sabe

que estou falando do meu Abajur. Mas agora vamos aos fatos.

00h03 – Meu celular toca e avisa que, enfim, Quando Eu Te Beijar, estava disponível em

meu Kindle.

Por conta do horário, me permiti algumas páginas e resolvi retomar a leitura no dia

seguinte depois do almoço, quando estivesse mais tranquila; gosto de concentração na hora

da leitura.

Meu primeiro engano foi exatamente aí. Não foram apenas algumas páginas e logo na

primeira hora do dia seguinte, 05h37, eu estava precisando de ajuda, tinha uma série de

tarefas para serem cumpridas e eu não conseguia largar o livro, mas eu tenho uma

justificativa: eu estava fazendo companhia para alguém que estava na chuva, assistindo um

show sobre: Saborear o próprio veneno (fiquei com vontade de comer batata frita e tomar

uma boa cerveja, mas ainda era cedo para começar esse tipo de atividade).

O mais interessante é que não há a correria para que a história chegasse à cena mais

íntima. Eu fiquei tão presa aos detalhes que me flagrei procurando um remédio para gripe,

mas, diferente do Rico, eu sabia que não era uma febre fatal (momento em que a cena lhe

obriga a rir alto e quem mora com você se aproxima e pergunta se precisa de ajuda).

Tudo bem, a essa altura o almoço estava próximo; as pessoas ao meu redor me

lembravam disso com os talheres fazendo um tilintar nos pratos.

Eu queria não apenas ser vizinha do Hartie ou fazer parte do quadro de funcionários da

GW (Tendo em vista que Kevin gosta de visitar todos os departamentos e isso é animador –

não há nem pouco de decência nessa frase, ok? – Estou encaminhando meu curriculum).

Claro que há muito mais do que uma perfeita descrição nova-iorquina de lugares, gostos

e sabores. Há um envolvimento entre os personagens e antes que você possa pensar em se

blindar para que nenhum deles lhe conquiste, você torce para que tudo no quarto de hotel

ocorra bem e que o balde de gelo não precise ser usado. Nesse momento descobri o Sean que

termina de conquistar (como se não tivesse feito isso no primeiro livro).

13h49 – Eu percebi que meu corpo precisava de pelo menos água e agradeço o fato do

Kindle ser tão prático e essa necessidade não atrapalhou a leitura. Eu estava realmente

ponderando se seria uma boa ideia terminar a leitura rápido; comecei a ter medo de sentir

aquela coisa, como é mesmo o nome… ABANDONO.

Muito bem, em determinado momento do livro temos algo mais do que íntimo,

envolvente e erótico; temos algo que alimenta as chances de tudo acabar bem, meu segundo

engano. Pensei que depois desse turbulento episódio, o rumo seria a calmaria que meu

coração estava precisando, mas não.

Os fatos levam do momento extremamente soft do livro; afinal o quarto de uma garota

sempre é algo curioso, mas no instante seguinte, eu me arrependi de não estar com meus

exames cardiológicos em dia.

Como se não bastasse a vaca, temos o pano de fundo da trilogia explodindo em cada

palavra, a verdade surgindo e então eu estava lá, como testemunha de um acidente que tinha

tudo para acabar da pior forma, e acabou.

Santo Deus! Qual a necessidade disso? Eu estava sem café da manhã, sem almoço (que

foi substituído por água, leva menos tempo e não atrapalha a dinâmica da leitura), o café da

tarde foi abolido e então a campainha toca; visitas…

Eu sei, temos que ser sociais, amigáveis e visitas merecem ser bem tratadas, mas eu

confesso, eu estava em um determinado ponto do livro que meu cérebro não assimilava nada

educado e aqui dentro uma voz grave e tremendamente furiosa falava: VÃO EMBORA!

Eu fui educada (contra minha vontade, afinal eu estava imaginando o vestido preto

destruído e a dor de quem segurava em seus braços algo mais do que precioso).

Quando retomei a leitura, eu queria sofrer novamente e reli a parte em que a colisão

violenta acontece e assim rumei em direção ao final feliz… meu terceiro engano.

Meu coração ainda estava se recuperando de uma gripe sem febre fatal, de um plug

muito bem usado graças aos céus (invejamodeon), um carregamento de pessoas no ombro,

um soco no olho com direito a queda em uma banheira e agora esse acidente que seria

discutido por duas jurisdições… UFAAAA… Esqueça! Não está nem perto de termos uma luz no

fim do túnel, e nesse momento eu cometi o crime de odiar Sean Ward (Me perdoa, abajur!!!)

Tudo bem, vamos considerar que meu coração sobreviveu a tudo isso que, para você

que não leu, está sem entender nada, mas na verdade isso aqui está mais para um “querido

diário”, onde eu preciso desabafar.

O fato é que tudo ficou triste, confuso e no instante seguinte eu estava de novo

apaixonada pelo Sean, porque ele não era apenas um amontoado de coisas atraentes em um

homem, ele tem dois corações; um, conquistado por Bea e o outro é a própria Bea e, acredite,

ele faria qualquer coisa para que ela continuasse viva, pulsante, mesmo que para isso ele

estivesse morto.

E quando tudo parecia bem, me vi diante de um penhasco, caindo, machucada e com

algo atravessado entre minhas costelas. Tentei me confortar na lembrança de Hartie

implicando com o gel exagerado de Rico, mas não funcionou, tudo ficou pior porque comecei a

sentir saudade dessa cena e nada mais seria como antes.

Você pode estar em Nova York, Baltimore, New Jersey ou qualquer cume coberto por

neve, você vai estar diante de situações que exigem de seus pulmões o limite.

De verdade? Ler a trilogia não exige entendimento, paciência ou qualquer técnica. Essa

trilogia exige do leitor fôlego, porque você o perde várias vezes e depois o recupera e prende a

respiração e imagina o pior e acontece pior ainda e então você se lembra que precisa respirar.

No meio do cenário da literatura nacional, onde empilha-se coisas iguais, me deparo

com um livro que me tirou realmente a noção do tempo. Com erotismo na medida exata, sem

a enrolação de cenas chulas com um excesso desnecessário de palavrões e sexo sem sentido e

sem uma razão. Não é apenas um romance, é o depois do felizes para sempre, é a superação e

quantidade de coisas que devem ser arriscadas.

Existe o diálogo perfeito, o mistério que surge em doses homeopáticas e depois a dose

cavalar e, então, você chega ao fim, ao suposto fim. Porque eu admito querer poder comentar

nos sites de fofoca, quero saber mais sobre esses perigosos, sensuais e errantes Ward.

Sobre os Ward… eles não entram em nada para perder, e convida de forma hábil e

envolvente o leitor a participar de tudo isso, mesmo que o coração ameace parar durante boa

parte da leitura.

Luciana Vargas, devo enviar a conta do hospital para você. Nele vai constar um cilindro

de ar e um desfibrilador e eu lhe agradeço por isso.

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Written by dmendes40

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