Livro Jubiabá – Jorge Amado PDF MOBI LER ONLINE

Literatura

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Jubiabá – Em seu quarto romance, de 1933, o escritor baiano conta a saga de Antônio Balduíno, negro órfão do morro do Capa Negro de Salvador, e seu protetor, o feiticeiro macumbeiro centenário Jubiabá. O livro fez sucesso internacional e consolidou a carreira de Amado.

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Opinião do Jubiabá – Jorge Amado PDF MOBI LER ONLINE

Que mais há a dizer que o mergulho na profundidade deste livro é inevitável?

Apesar da vaga experiência criativa de Jorge Amado, este livro não deixa de ser envolvente. Como lembra Alberto Camus, “Jubiabá” é «Um livro magnífico e assombroso. Se é verdade que o romance é anterior a qualquer ação, este é um modelo do género. Aí se lê claramente o que uma certa barbárie livremente outorgada pode ter fecundo.». É precisamente isto: o sofrimento de um povo gera livros desta beleza, sendo até triste deliciar-me com um povo moribundo de capital material mas com um capital humano, cultural e espiritual tão ricos que não há capital económico que os compre ou os oprima. Aqui, o que interessa é capital e solidariedade humana: é o «olho da piedade». Felizmente, esta é uma característica invariável de Jorge Amado. A mim, ficou-me a impressão que o grande foco da obra é deixar-nos a pensar que cada de um de nós é, em parte, reflexo ou consequência da situação dos outros: ou seja, nós também somos os outros porque tudo é uma questão de perspetiva.

Isto é ler Jorge Amado. Este livro é, todo ele, um reflexo da pessoa Jorge Amado. Alguém que já tenha lido outras obras do escritor, ao tomar contacto com “Jubiabá” certamente sentirá a pobreza infantil que Jorge Amado toma em atenção nos “Capitães da Areia”, nutrindo um carinho enorme pelas crianças de rua e pela cidade da Bahia cheia de vida, mística e misticismo. Sentirá também a sua luta política, ideal de liberdade religiosa, entre outros aspetos associados ao seu legado político-cultural.

Ora bem, passando propriamente ao livro, penso que, neste “Jubiabá” Jorge Amado, unindo o real à ficção, traça um retrato sociocultural e histórico da cidade da Bahia. Correspondendo a mais um romance proletário, este livro desenha a vida quotidiana de um povo constantemente em luta, em especial da personagem principal (António Balduíno), na procura de sentidos de existência e de direção para a felicidade e para o progresso. Mesmo que os exemplos e os ideais políticos possam não ser os mais apreciados por qualquer leitor, mais uma vez Jorge Amado foi capaz de fazer ver a beleza que existe no Socialismo, traduzindo-o, ao nível da literatura, num Realismo Socialista carregado de episódios e paisagens quentes, pobres, duros e trágicos, mas sempre repletos de vida humana. A pobreza, a fome, a exploração, a tristeza, a angústia, a felicidade e a esperança não são descritas, são, antes de mais, personificadas em personagens que absorvem a nossa afinidade e concretizadas nos seus atos, o que dá mais forca à mensagem a ser transmitida – o mundo atual estrutura-se num sistema moderno de escravidão que é a mão-de-obra com baixa remuneração, mas que, no entanto, como impulso de esperança, Jorge Amado nos deixa em alerta para o facto de que o “Negro pode tudo, negro pode fazer o que quiser … Negro e branco pobre, tudo é escravo, mas tem tudo na mão. É só não querer, não é mais escravo.”.

Assim, nesta obra lê-se a cultura do povo, onde o ditado popular translucida a realidade social. Lê-se, assim, a realidade social. Que mais há a dizer que o mergulho na profundidade deste livro é inevitável?

Este é um trabalho anterior de Jorge Amado, por isso não é tão sofisticado quanto os romances que ele escreveu mais tarde em sua carreira, mas é sincero e temas característicos de Amado estão muito presentes.

Nós seguimos as aventuras de órfão afro-brasileiro Antonio Balduino em que é conhecido como um romance picaresco. Como Dom Quixote, o mais renomado picaro, o personagem central tenta ser um herói em uma sociedade onde não existem heróis. Ao longo da narrativa, a idéia de Antonio de heroísmo muda, e ele se torna o herói que ele se propôs a ser.

O personagem chamado no título, Jubiabá, é um sacerdote do candomblé e curandeiro. Ele é um homem respeitado que ensina Antonio algumas lições importantes. O conceito mais emblemático que Antonio aprende com Jubiabá é “o olho da misericórdia”. Antonio finalmente chega à conclusão de que “os ricos tinham deixar os seus olhos de misericórdia secar”. Esta declaração sobre os ricos não se aplica apenas a de Antonio Brasil. Pode-se facilmente aplicar a política americana contemporânea.

Apesar da crueza de Jubiabá, ainda há muita coisa de valor nesta novela e eu estava feliz que eu lê-lo. Estou ansioso para ler Sea do Amado da Morte, que é suposto ser um romance Candomblé muito lírica que incide sobre a Dama do Mar, Iemanjá, uma figura muito querida no Brasil.

Para minha completa revisão ver meu março 2013 post no blog “Eye of Mercy, Olho de Transformação: Jorge Amado prevê uma nova sociedade na Jubiabá

enredo de Jorge Amado é quase onírica, concentrando-se muito pouco sobre a transição e muitas vezes na repetição neurótica. Os temas da sua vida literária, estão presentes também, embora de forma primitiva: pobre Salvador urbana (Brasil), uma forte personagem central, a misoginia (um produto da definição?), E o comunismo (a la Upton Sinclair). Este livro realmente nunca combinava comigo, e eu acho que um monte de que também tinha a ver com uma tradução plana, sem brilho para o Inglês por Margaret Neves. Sua tradução foi muito “letra da lei” e, aparentemente, muito tímido para sair e adotar um estilo / forma paralela que é mais apropriado para a ficção poética lido por um público de língua Inglês

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Written by dmendes40

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