Livro A Grande Arte – Rubem Fonseca PDF MOBI LER ONLINE

Aventura

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Descrição do livro

O assassinato de uma prostituta –que tem seu rosto marcado à faca com a letra “P”– dá início ao engenhoso romance policial “A Grande Arte” (Companhia das Letras), de Rubem Fonseca. Para decifrar essa escrita perversa, o advogado Mandrake –um dos grandes personagens da nossa literatura contemporânea– lança-se em uma frenética aventura pelo lado sombrio da metrópole. Publicado em 1983, o livro permaneceu durante meses na lista dos mais vendidos do Brasil. A crítica o acolheu com entusiasmo no Brasil e no exterior e a obra foi adaptada para o cinema por Walter Salles em 1991.

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Opinião do A Grande Arte – Rubem Fonseca PDF MOBI LER ONLINE

NITROLEITURAS: A Grande Arte (1983) – Rubem Fonseca – 531 pgs | A Verdade é Dispensável! #resenha

De cara tenho que avisar que sou fã do Rubão, o Rubem Fonseca. Tenho que falar isso porque essa micro-resenha, que é o que eu tenho tempo de fazer com as minhas leituras, vai ser mais uma desculpa velada para admirar o cara, ou seja, não tenho e nem quero ter nenhuma distância crítica da obra de Rubem Fonseca.

Eu, que leio livros de todos os cantos do mundo com a ferocidade de um livromaníaco, nunca encontrei nada parecido com o texto do Rubem, talvez o grande Elmore Leonard, que é o Rubão americano, chegue perto, talvez a crueza foderosa do Plínio Marcos, mas o fato é que, sempre com o Rubão, até mesmo em seus textos mais fracos e nas coxas, eu sempre encontro a força criativa e a originalidade visceral correndo por trás de suas histórias de sexo, violência, cretinagem, malandragem e safadeza bem brasileira.

E acho que a Grande Arte é um livraço, no mesmo nível do fodásico Agosto, talvez até mais ainda, pelo tapete narrativo em que o livro se transforma, a partir de uma paródia do gênero policial para algo estranho, bizarro, diferente, e, o que é de dar medo, bem brasileiro.

E vamos para a sinopse básicona; A Grande Arte começa como mais uma aventura do advogado Mandrake (que grudou na minha cabeça como sendo o Marcos Palmeira e não sai mais, caralho!) que se envolve com uma organização criminosa que está matando gente a torto e a direito. E nessa investigação, o advogado mulherengo mais doidimais da literatura brasileira entra no mundo da Grande Arte do Percor (de Perfurar e Cortar, técnicas marciais com a faca).

E lá vem o trem dos horrores fonsequiano, com famílias aristocráticas falidas, senadores corruptos, assassinos de aluguel, etc. Um mergulho no submundo do crime brasileiro, com direito a inumeráveis tangentes narrativas que tratam desde lesbianismo do começo do século, a hipocrisia da intelectualidade brasileira da década de 20, a arte de criar cavalos e de cuidar de gatos, teorias de xadrez, sexualidade dos anões, como apreciar charutos, etc.

E dentro de tudo isso, Mandrake, o Don Juan fonsequiano vai abandonando aos poucos o tropo do “buscador da verdade” das narrativas policiais para entrar em um contexto mais existencialista do grande “foda-se tudo”. Em a Grande Arte, Fonseca quebra as espectativas criando uma paródia de literatura policial, cínica e cheia de humor negro bem brasileiro, onde a verdade da investigação é dispensável, e o que realmente importa é a viagem. E que viagem!

Fica a recomendação!

“Muitos anos antes de Cristo havia na Grécia uma poeta, Arquimedes que dizia: ‘enho uma grande arte: eu firo duramente aqueles que me ferem’. Mas a minha arte é maior ainda: eu amo aqueles que me ama.”

Uma cassete de conteúdo desconhecido desaparece. Duas falsas massagistas são estranguladas. E a letra P é a única marca do assassino. Podem haver muitas histórias numa cassete. Qual será a que esta tem gravada?

“A Grande Arte” é uma história policial que reúne todos os ingredientes deste género. Tem lugar num pequeno mundo de assassinos, traficantes, prostituras e homens de negócios duvidosos. Mandrake é um advogado criminal do Rio de Janeiro, cujo primeiro nome nunca nos é revelado. Juntamente com o seu sócio judeu Wexler gere uma espécie de escritório, onde recebe os seus clientes.

Vive com a sua gata, Elizabeth,que com o avançar da idade se tornou esquisita na alimentação. Também teve um lagarto, Diamante Negro, que só comia ovos, mas para sua grande infelicidade teve de o deixar.
O nosso protagonista é um homem de muitos vicios, como é de esperar neste género literário: tabaco, alcoól e sexo são os três principais, não necessáriamente por esta ordem. Os confrontos fisicos estão também presentes no seu dia-a-dia, sejam eles de prazer ou violência. Frequentemente não são planeados.

Mandrake é cinico, amoral e vive ao sabor do vento.

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Written by dmendes40

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