Budapeste – Chico Buarque PDF MOBI LER ONLINE

Romance

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Descrição do livro

Ao concluir a autobiografia romanceada “O Ginógrafo”, a pedido de um bizarro executivo alemão que fez carreira no Rio de Janeiro, José Costa, um escritor fantasma de talento fora do comum, se vê diante de um impasse criativo e existencial. Escriba exímio, “gênio”, nas palavras do sócio, que o explora na “agência cultural” que dividem em Copacabana, Costa, meio sem querer, de mera escrita sob encomenda passa a praticar “alta literatura”. Também meio sem querer, vai parar em Budapeste, onde buscará a redenção no idioma húngaro, “segundo as más línguas, a única língua que o diabo respeita”. Narrado em primeira pessoa, combinando alta densidade narrativa com um senso de humor muito particular, “Budapeste” é a história de um homem exaurido por seu próprio talento, que se vê emparedado entre duas cidades, duas mulheres, dois livros, duas línguas e uma série de outros pares simétricos que conferem ao texto o caráter de espelhamento que permeia todo o romance, e que levaram o professor José Miguel Wisnik a afirmar que se trata de “um romance do duplo”. Tenso e à vontade, cultivado e coloquial, belo e grotesco, “Budapeste” traz a perfeição narrativa de “Estorvo” e “Benjamim” e confirma Chico Buarque como um dos grandes romancistas brasileiros da atualidade.

Opinião do Budapeste – Chico Buarque PDF MOBI LER ONLINE

Por recomendação do nosso editor idioma Português, vários de nós no Global Voices tem lido Budapeste antes de nossa viagem para a cidade de mesmo nome para o nosso encontro anual. Vou confessar que apesar de ser um grande fã da música de Chico Buarque, eu não estava ciente de que ele também era um escritor, e um de considerável talento.

A meditação sobre os prazeres e as dores de escrita, de estranheza, de aprender uma língua estrangeira e as complexidades enlouquecedora de que coisa chamada amor, Budapeste segue o ghostwriter talentoso (e anti-herói existencial) José Costa como ele ziguezagueia frente e para trás (mentalmente tanto como fisicamente) entre a sua cidade natal, o Rio de Janeiro e Budapeste, sede da sua fascinação com a língua húngara, que dizem ser “a única língua os aspectos do diabo”. É uma façanha que Buarque nunca perde o fio da presente selvagem, fragmentado e narrativa completamente envolvente, que é processado em uma prosa rítmica ao mesmo tempo livre e em camadas, cheio de pontos e vírgulas e vírgulas onde outros iria colocar fullstops (ou períodos, você Yankees gostam de dizer).

Meus comentários referem-se, naturalmente, para a tradução em Inglês do romance, por Alison Entrekin. Traduzindo um romance já é um feito em si mesmo; traduzir um romance em língua Português cujo tema é a língua húngara é algo completamente diferente. A tradução de Entrekin flui, no entanto, como as águas do Danúbio e da Baía de Guanabara combinados.

Questão:
O que um italiano lendo a tradução em Inglês de um livro escrito em Português e por um autor brasileiro fingindo ser o escritor fantasma de um alemão e dedicado ao estudo da língua húngara é de até?

Responda:
Escrevendo algumas impressões sobre “Budapeste” de Chico Buarque.

Composição:
Esta novela me pegou de surpresa. Claro que eu sabia que o Sr. Buarque tem talento, sendo considerado um dos melhores intérpretes da bossa nova hoje. Um homem, este Chico, que recebe uma alta consideração em um país – Brasil – onde um outro músico de sucesso como Gilberto Gil passou cinco anos jogando a ministra da Cultura (e fez algumas coisas boas).

E, no entanto, eu não sabia Buarque como romancista. Para dizer a verdade, o único nome escritor brasileiro Lembro-me de coração é o sepia retratado, pointy barbudo Machado de Assis embora eu nunca li nada por ele.

Vamos falar sobre Chico e seu “Budapeste”.
Este é um romance muito inteligente escrito em um estilo muito pessoal e eu estou feliz que eu peguei esse livro muito bonito por opção em uma das minhas expedições habituais sábado vasculhando as segundas livrarias mão.

Um romance incomum, sim, mas ainda assim relacionada com outras coisas que eu li no passado combinar o introspecção de Nooteboom com o realismo mágico de Borges em uma trama que me lembrou a “filha do Ringmaster” por Gaarder.

Considerando Gaarder escreveu sobre um indivíduo que começ a vida vendendo aos primórdios romancistas famosos e primeiros capítulos inteiros de histórias para desenvolver-se em livros de sucesso, de Buarque José Costa é um escritor fantasma ou – como ele diz – “um escritor anônimo”.

Quieto. Fique quieto. José Costa não é o tipo de homem que usava uma máscara de Guy Fawkes e pensando em explodir o parlamento em Brasília aos sinos frenesi de “Bat Macumba” pelos Mutantes. E José Costa é nem um hacker, ou o suporte de algum Partido Pirata brasileiro pedindo a liberdade dos direitos de autor e chorando contra Sopa.

Na verdade, Jose Ele está muito pelo contrário. E ainda o direito de autor e royalties tocar uma nota chave e um papel fundamental na sua vida diária de escritor fantasma anônimo. Ele recebe o dinheiro sem mostrar seu rosto. Ele está feliz, ele é o conteúdo de ficar na sombra, enquanto seu colega Alvaro trabalha na ampliação do portfólio de políticos, bispos, professores interessados em ter Josè escrever seus discursos públicos e ensaios.

Então, José Costa passa uma noite em Budapeste, em seu caminho de volta de um congresso escritores mundo anônimo em Istambul.
A partir desse momento a sua própria identidade será dividido entre o anónimo escritor fantasma José Costa no Rio de Janeiro eo vagando Zsoze (sobrenome) Kosta (nome) em Budapeste.

E agora vou dizer mais nada.
Porque este é um romance aberto a mais do que uma única interpretação e a reunião quase impossível de uma mente brasileira com a mentalidade húngara.
Aqueles que passaram muitas horas de suas vidas estudando em seus próprios idiomas meio esquecidos incomuns por causa dele (eu fiz isso), vai encontrar em “Budapest”, um livro para consagrar.

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Written by dmendes40

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