Chatô – O Rei do Brasil – Fernando Morais PDF MOBI LER ONLINE

Biografia

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Chatô - O Rei do Brasil – Fernando Morais

Chatô – O Rei do Brasil – Fernando Morais

Descrição do livro

Dono de um império de quase cem jornais, revistas, estações de rádio e televisão – os Diários Associados – e fundador do MASP, Assis Chateaubriand, ou apenas Chatô, sempre atuou na política, nos negócios e nas artes como se fosse um cidadão acima do bem e do mal. Mais temido do que amado, sua complexa e muitas vezes divertida trajetória está associada de modo indissolúvel à vida cultural e política do país entre as décadas de 1910 e 1960.

Chantagista, crápula, escroque, patife, ladrão, tarado – de tudo o que se pode imaginar de ruim ele foi chamado (poucas vezes pela frente, é verdade) por críticos e inimigos. Mas palavras de alta voltagem como empreendedor, pioneiro, visionário, gênio e mecenas também se usaram, torrencialmente, para tentar defini-lo. Como bem mostra Fernando Morais, em nenhum dos dois casos isso se dá por acaso. Chatô, o rei do Brasil é obra de grande esforço jornalístico para retratar, com equilíbrio e rigor, um personagem tão complexo quanto fascinante.

Opinião do livro Chatô – O Rei do Brasil – Fernando Morais PDF MOBI LER ONLINE

Fernando Morais é generoso, nesta biografia, com um personagem que deveríamos felicitar o fato de já ter morrido.
Se, por um lado, devemos a Francisco de Assis “Chateaubriand” Bandeira de Melo a criação do MASP (convertido em fundação, na década de 50, apenas como expediente para fugir de uma dívida), não é como benemérito que sua figura ganha relevância histórica.
O maior legado desse que foi o proprietário da maior cadeia de comunicação que o Brasil já conheceu (85 veículos espalhados por todo o país, em seu auge, incluindo jornais, revistas, rádios e emissoras de TV), como bom monopolista, é sua síntese das ideias de livre expressão e de iniciativa privada: quem quiser ter opinião, que compre seu próprio jornal.
E tudo isso funcionaria bem, naturalmente, caso a opinião ou o empreendimento jornalístico não entrassem em conflito com os interesses do dono dos Diários Associados. Samuel Wainer que o diga.
De resto, como descrição comportamental, talvez seja uma ótima ilustração para o conceito de “homem cordial”, de Sérgio Buarque de Hollanda. 
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Written by dmendes40

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